Os pais de Dada

Os pais de Dada

sábado, 10 de setembro de 2011

REVISTA VEJA









ANDERSEN SEM PALAVRAS RECEBE TRÊS ESTRELAS DE QUATRO POSSÍVEIS DA REVISTA VEJA                                                                                                          Resenha por Clara Nobre de Camargo:


De João Bresser. Cássia Carvalho, Lenita Ponce, Tom Moraes e Erik Mureno, do Grupo Caleidoscópio, reúnem cinco histórias do dinamarquês Hans Christian Andersen (1805-1875) neste espetáculo de sombras. Em uma tela de 1,40 metro de largura, figuras construídas por Valter Valverde dão forma às versões para dois contos mais conhecidos, O Patinho Feio, Soldadinho de Chumbo, e três menos populares, Os Namorados, A Menina dos Fósforos e O Sapo. Enquanto manipula os personagens, o elenco consegue construir uma narrativa leve, apesar de abordar temas como tristeza, solidão e morte. As cenas são acompanhadas pela suave trilha musical, composta por André Abujamra e Du Moreira. Estreou em 04/06/2011. De 13/08/2011 a 25/09/2011.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

terça-feira, 5 de julho de 2011

Andersen sem Plavras

Acompanhem diretamente do site a critica de Dib Carneiro Neto
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI242233-18455,00.html
Daniela Toviansky Dib Carneiro Neto, 50, é jornalista, dramaturgo (Prêmio Shell 2008 por Salmo 91), crítico de teatro infantil e autor do livro Pecinha É a Vovozinha(DBA), entre outros. Fale com ocolunista

Regina Pessoa: Luzes e sombras em tributo a Andersen - crítica do...


Dib Carneiro Neto

...: "A temporada se encerrou no último domingo. Agora é torcer para que o Grupo Caleidoscópio vá logo para outro teatro! Em Andersen sem Palavras..."

   Divulgação
Uma experiência sensorial radical. Assim é Andersen sem Palavras, espetáculo que fica só mais dois fins de semana em cartaz na Lapa, em São Paulo, no recém-reformadoTeatro Cacilda Becker. Pode ser que seus filhos peçam para ir embora nos primeiros 15 minutos, pode ser que fiquem perguntando coisas o tempo todo, que fiquem inquietos na poltrona. No fim de semana passado, ouvi um filho indagando na fileira atrás da minha: “Mãe, mas isso é que é teatro?” E a mãe, inabalável: “É teatro de sombras, preste atenção.” Mas também pode ser que seu filho realmente preste atenção ao espetáculo, vidrado pelo jogo narrativo que ele mesmo deverá formar na imaginação, sem o auxílio de palavras. Por outro lado, felizmente também vi na sessão de sábado passado muitas crianças de olho grudado no palco, completamente antenadas com a proposta da montagem.


Portanto, arrisque. O cenário é justamente uma estrutura de projeção, com uma tela de 1,40 metro de largura por um metro de altura, segundo nos informa o material de divulgação. As figuras foram feitas em papel, couro e acetato, por Valter Valverde, a partir de desenhos de Regina Pessoa. A música, de André Abujamra e Du Moreira, está presente o tempo todo, funcionando ela própria como uma espécie de condutora da narrativa, pontuando, alertando, assustando, surpreendendo. Foi composta especialmente para este espetáculo, o que significa um capricho especial da produção.
Andersen sem Palavras é uma ousadia do Grupo Caleidoscópio, que existe desde 2004, sempre pesquisando formas de teatro de animação. É uma das trupes derivadas da Cooperativa Paulista de Teatro. Desta vez, os manipuladores são quatro: os atores Cássia Carvalho, Lenita Ponce, Valter Valverde e Cristina Rasec. Eles nos oferecem cinco contos do genial dinamarquês Hans Christian Andersen (1805-1875): os conhecidíssimosO Patinho Feio e Soldadinho de Chumbo, o divertido e intrigante Os Namorados, o tristíssimo A Menina dos Fósforos e o movimentado O Sapo.
Temas como solidão, medo, morte, sofrimento, dor, pobreza, exclusão e preconceito desfilam diante de nossos olhos de forma a provocar nossos sentidos e cutucar nosso imaginário. São temas caros a Andersen e muito comuns nos contos de fadas, de uma maneira geral, o que facilita muito a comunicação do espetáculo com a plateia. Os que não embarcam desde o começo são aqueles que já se distanciaram desse universo onírico e fantasioso das fábulas infantis universais, seja porque cresceram de forma bruta, abandonando a criança que sempre somos ou deveríamos continuar sendo, seja porque os efeitos do mundo tecnológico já atuaram de forma devastadora sobre suas capacidades de fruição lenta e gradual de um espetáculo – sem pressa, sem ansiedades. Nesse sentido, vale a pena levar seus filhos e observar em qual dessas duas categorias da geração atual eles se acomodam: os que ainda se encantam com o simples ou os que já precisam de muita parafernália para conseguirem se fixar num espetáculo.
O diretor e idealizador de Andersen sem Palavras, João Bresser, nos explica suas intenções: “A ideia de utilizar o teatro de sombras para expressar o universo de Andersen surgiu pela riqueza de imagens e figuras contidas em seus contos, que parecem estar mergulhados em um mar de sonhos, a sensação de um sonho dentro de outro sonho. Para obter essa representação, nada melhor que essa técnica, que possibilita entradas e saídas de figuras simultâneas, sobreposição de imagens, alteração da dimensão e nitidez, deslocamentos surreais, mudanças de cores, luzes e, claro, as sombras.” Quer ver um trecho da peça antes de ir ao teatro?


domingo, 22 de maio de 2011

............................ video.............................................
DIA 4 DE JUNHO ESTRÉIA ANDERSEN SEM PALAVRAS NO TEATRO CACILDA BECKER
teatro de sombras imperdivel!!!!!!!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

feliz ano novo!!!!!

feliz ano novo!!!!! desejo a todos um ano de prosperidade e muitas alegrias!
muitas novidades para o proximo ano, a Cia Pierrot está montando a peça "ENTRE QUATRO PAREDES", "O PEQUENO PRÍNCIPE" e um STAND UP COMET ESPECIAL, que vai fazer a galegar chorarrrrrrrr!!!!
DE ALEGRIAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!
FELIZ ANO NOVO PESSOAL FIQUEM COM DEUS!

terça-feira, 28 de dezembro de 2010